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quinta-feira, 19 de maio de 2011

A boa saúde do pé também é muito importante


A maioria das pessoas não dá aos próprios pés a atenção que eles merecem. Na maior parte do tempo, os pés nem são vistos porque ficam protegidos por calçados fechados. Tanto os homens, quanto as mulheres, frequentemente maltratam a saúde da base de sustentação do corpo. É preciso ter um carinho maior com os pés já que, mesmo que a gente não repare, são intensamente exigidos durante a maior parte do nosso tempo: uso de calçados com saltos ou bicos finos, caminhadas prolongadas, longos períodos de pé, descuidos com a higiene, etc. Quando acontecem esses desgastes, logo aparecem calos, micoses e ressecamento da pele, e unha encrava, algumas vezes gerando até ferimentos e dores incômodas.



Veja algumas dicas para manter a saúde dos pés em dia:

Ande descalço, sempre que possível.
Dê banhos de sol nos pés.
Enxugue muito bem os vãos entre os dedos, depois do banho. A umidade provoca frieiras, a grande responsável pelo chulé.
Use sempre meias de algodão.
Nunca vista as meias logo que acabar de enxugar os pés. Espere alguns minutos até que toda a umidade evapore.
Corte as unhas sempre retas. O corte redondo é errado, pois proporciona a compressão do sapato nos cantos do pé, o que pode provocar unhas encravadas.
Evite sapatos apertados e de bicos finos, que podem provocar calos e joanete.
Esterilize sempre as ferramentas usadas para o corte das unhas. Evite contaminações.
Pessoas que transpiram muito devem colocar produtos específicos contra o excesso de umidade nos sapatos.
A cutícula é uma proteção da unha, portanto não deve ser retirada em excesso.
Quem gosta de pintar as unhas do pé, deve descansá-las do esmalte por pelo menos uma semana para que respirem.

Calçados: se ao experimentar um calçado de número 36, ficar apertado, enquanto que o número 37 ficar folgado, use o número 36 e uma palmilha 37, preenchendo o espaço vazio aplicando um ajuste de aproximadamente 36 ½.

Em alguns casos, a mãe compra um número de calçado maior para o seu filho que está em fase de crescimento, prolongando o tempo de uso. Para a criança não ficar com o calçado folgado nos pés, gerando desconforto, muitas vezes até prejudicando o seu caminhar, é indicado o uso de palmilhas infantis para o ajuste.

Pisada: o primeiro ponto do pé que deve tocar o chão é o calcanhar. Por isso devemos protegê-lo. Em climas frios e em contato com superfícies frias, o pé deve ser protegido.

Diabéticos: atenção redobrada

Os diabéticos têm motivos especiais para cuidar de seus pés. Níveis elevados de glicose no sangue por um período muito longo podem levar à perda de sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés do diabético. Em estágio avançado, o indivíduo pode não sentir queimaduras e ferimentos, facilitando infecções, que interferem no controle do diabetes. O cuidado com os pés e a escolha de um calçado adequado podem ajudar a prevenir esses problemas.




fonte: saude plena

terça-feira, 10 de maio de 2011

Merenda escolar no Japão, uma questão primordial

No Japão, comer bem é tarefa escolar. Nas escolas que tem espaço disponível, os alunos cuidam de uma horta, descobrem de onde vêm os alimentos e os cuidados para que cheguem à mesa limpos e saudáveis. É o que os japoneses chamam de educação nutricional. Desde pequenos, eles aprendem quais são os alimentos mais saudáveis, como devem ser preparados e até boas maneiras à mesa.

Hora do almoço é hora da prática. Um grupo veste roupas imaculadamente limpas, máscaras e toucas. São eles que servem a comida para os colegas. Além de aprender a valorizar os alimentos, ajudam a fiscalizar a qualidade do que estão comendo. O cardápio nesse dia tinha carne, arroz, ovo mexido, uma sopa com legumes, leite e gelatina de sobremesa. É uma refeição simples, mas nutritiva.


Antes de comer, tem música. "É hora da alegria. Vamos comer agradecendo", cantaram eles. Praticamente 100% das crianças do Japão almoçam na escola. Professores e até o diretor comem a mesma comida. Nas escolas públicas, os pais pagam o equivalente a R$ 80 por mês para a alimentação dos filhos. Os que não têm dinheiro recebem ajuda do governo.

Os pais no Japão são muito exigentes com as escolas e reclamam se encontrarem algo errado. Ainda mais quando se trata de comida, algo que os japoneses valorizam tanto. A manicure Bianca Yamamoto tem um filho de 9 anos que estuda em uma escola japonesa.

“Sei exatamente o que meu filho come na escola. Toda semana, a escola manda o cardápio para que a gente possa saber. E é tudo balanceado. Eles colocam proteínas, tudo balanceado”, conta a manicure Bianca Yamamoto.


Os funcionários envolvidos na preparação dos alimentos têm de fazer exames médicos trimestrais. Toda a roupa é esterilizada diariamente e, duas vezes por ano, a cantina é fiscalizada por um conselho formado por especialistas escolhidos pela Câmara de Vereadores de cada cidade.

A refeição termina, mas o trabalho não. Os alunos ajudam na limpeza da cantina. Aliás, eles também limpam as salas de aula e colaboram na manutenção do prédio. Cenas como as que o Fantástico mostrou em escolas brasileiras seriam impensáveis no Japão.

Fonte: Bom dia Brasil