domingo, 5 de junho de 2011

Tricofagia, mania de arrancar e comer cabelo

Tricotilomania é uma compulsão que consiste em arrancar os próprios fios, normalmente são os cabelos. Outra compulsão correlacionada é a Tricofagia: o indivíduo ingere o fio arrancado. Alguns picotam os fios com os dentes antes de ingeri-lo, outros, os engolem inteiros.


Houve um caso no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/SP, que foi necessária uma cirurgia para retirar o acúmulo de fios de cabelos que tomou o formato do estômago da paciente.

A ansiedade favorece comportamentos atípicos para os pacientes aliviarem-se de suas tensões, que por sua vez, até lhe oferecem prazer momentâneo, porém estão sujeitos a adquirir doenças graves, como uma destas.

Segundo a paciente E.C., 33 anos, que sofre de Tricotilomania e Tricofagia, tudo começou quando por um acaso pegou um fio de seu cabelo e o mordeu. Na época, estava com 13 anos, desde então, sofre deste Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Resistir ao impulso de arrancar os cabelos é algo quase incontrolável, apesar de os pacientes serem conscientes dos danos causados à sua saúde, como: problemas estomacais; intestinais; capilares; irritação nas gengivas devido aos pequenos pedaços de fios de cabelo dentre os dentes e por debaixo da gengiva. Além destes, há os danos psicológicos: o paciente sente-se impotente, culpado, sente até nojo de si mesmo, priva-se do contato social temendo ser julgado, o que acontece quando as pessoas desconhecem esta patologia.

Como em quase todas as doenças psicológicas, os pacientes que sofrem de Tricofagia são resistentes a reconhecer que precisam de ajuda profissional.

Nem sempre é possível detectar visualmente um paciente que sofre deste transtorno, pois ele evita arrancar os cabelos publicamente (o que nem sempre consegue), e ainda, as falhas capilares são normalmente na região da nuca.




Fonte: blig.ig.com

Teste da Orelhinha, entenda como se faz

Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. O bebê já escuta desde bem pequeno, antes mesmo de ser erguido pelo doutor em sua apresentação ao mundo. Isso acontece a partir do quinto mês de gestação, onde o bebê ouve os sons do corpo da mamãe e sua voz.


É através da audição e da experiência que as crianças têm com os sons ainda na barriga da mãe que se inicia o desenvolvimento da linguagem. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede a criança de receber adequadamente as informações sonoras que são essenciais para a aquisição da linguagem.

Bom, depois dessas informações fica mais fácil saber a importância do Teste da Orelhinha, ou Triagem Auditiva Neonatal, que é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Ao contrário do nome parecido com o teste do pezinho, no Teste da Orelhinha não é preciso fazer um furinho na orelha do bebê (ainda bem).

Esse exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz.

O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente àqueles que nascem com algum tipo de problema auditivo. Estudos indicam que um bebê que tenha um diagnóstico e intervenção fonoaudiológica até os seis meses de idade pode desenvolver linguagem muito próxima a de uma criança ouvinte.

O grande problema é que a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido.

Fácil, rápido e sem dor - Recado para as mamães: o Teste da Orelhinha é realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos. Viu que fácil.

Há os chamados bebês de risco para a surdez. São os casos em que já existe um histórico de surdez na família, intervenção em UTI por mais de 48 horas, infecção congênita (rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus e herpes), anormalidades craniofaciais (má formação de pavilhão auricular, fissura lábio palatina), fez uso de medicamentos ototóxicos, entre outros. Se o Teste da Orelhinha já e importante para uma criança sem problemas, imagine para essas crianças.

Mas todos os bebês devem fazer o Teste. Em bebês normais, a surdez varia de 1 a 3 crianças em cada 1.000 nascimentos, já em bebês de UTI Neonatal, varia de 2 a 6 em cada 1.000 recém-nascidos. A avaliação Auditiva Neonatal limitada aos bebês de risco é capaz de identificar apenas 50% dos bebês com perda auditiva.

A deficiência auditiva é a doença mais freqüente encontrada no período neonatal quando comparada a outras patologias. Só como exemplo, o Teste do Pezinho aponta uma criança em cada 10 mil nascimentos, muito menos que o da Orelhinha.

Portanto, o Teste da Orelhinha é algo fundamental ao bebê, já que os problemas auditivos afetam a qualidade de vida da criança, interferindo no processo da fala, entre muitas outras coisas.

É como uma bola de neve: a criança cresce e tem dificuldade em ouvir ou se expressar e, com isso, sente mais dificuldade em se socializar. Isolada por não ter fácil acesso ao grupo de amiguinhos, ela pode apresentar depressão. E por aí vai.

Para que isso não aconteça, procure o pediatra, um médico otorrinolaringologista ou uma fonoaudióloga quando houver alguma suspeita de perda auditiva no seu filho.

O teste é obrigatório por lei?

Sim. Desde o dia 2 de agosto de 2010 o exame é obrigatório e gratuito.

Clique aqui e confira a matéria sobre o assunto.

Dicas

0 a 6 meses
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.

6 a 12 meses
Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.

12 a 30 meses
Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de "calo", corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado.



Fonte: guia do bebe

Teste do Pezinho, importante para a saúde do bebê

O exame laboratorial, chamado também de triagem neonatal, detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. Falemos numa linguagem mais simples. Esse exame é popularmente conhecido como teste do pezinho, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê.


As mamães geralmente ficam com o coração na mão quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. Mas por que a picadinha no calcanhar? O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram.

Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios.

O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.

Prevenindo doenças graves - Para quem não sabe, o teste do pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil e a simples atitude de se realizar o exame faz com que doenças causadoras de seqüelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.

O diagnóstico precoce oferece condições de um tratamento iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando a deficiência mental. A deficiência, uma vez presente no corpo, já não pode ser curada.

Existem diferentes tipos de exames do pezinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, onde cobre a identificação de até quatro doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística). Mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, em que os Estados devem se adequar. A primeira fase detecta as doenças fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. A segunda inclui a anemia falciforme, e a terceira fase a fibrose cística.

Versão nova do teste - Hoje já existe uma versão ampliada do teste do pezinho onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. Mas é ainda um recurso sofisticado e bastante caro, não disponível na rede pública de saúde.

Mesmo assim, a versão ampliada do teste do pezinho é subdividida. Geralmente, quanto maior o número de doenças detectadas, mais caro é o exame. Existem ainda exames complementares que também podem ser realizados com o sangue do papel filtro do teste do pezinho.

O exame do pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê. Não esqueça que o exame convencional é obrigatório e gratuito. Exija sempre seus direitos e faça com que sejam cumpridos.

Dicas

Não esqueça de buscar o resultado. Qualquer alteração no resultado, leve para o pediatra examinar.

Não se preocupe se tiver que repetir o exame. O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.

Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não afasta a possibilidade de outras doenças neurológicas genéticas ou adquiridas. O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome de Down.




Saiba tudo sobre o Teste do Olhinho

Muitos pais estão exigindo, ao nascimento de seus filhos, o “teste do pezinho”, onde, ambos, diagnóstico e tratamento precoce, evitam retardo mental. No entanto, por falta de informação, não indagam sobre a visão dos seus bebês, que pode estar sendo ameaçada desde o nascimento por diversas patologias facilmente detectáveis.


Na maioria dos serviços de neonatologia do país, os olhos dos recém-nascidos não são adequadamente examinados. Como resultado, mais de 50% dos recém-nascidos só tem a alteração descoberta quando estão cegos ou quase cegos para o resto da vida.

Tais seqüelas seriam prevenidas em grande parte se o problema fosse tratado no tempo certo. A cegueira infantil Oitenta por cento da cegueira mundial poderia ser evitada, sendo 60% curável e 20% preveníveis. Estima-se que existam 400 000 crianças cegas no mundo, sendo que 94% delas encontram-se nos “países em desenvolvimento”. Aproximadamente, uma criança fica cega a cada minuto no planeta. Devido à alta expectativa de vida de uma criança cega, atualmente, a cegueira infantil é responsável por 30% do total de gastos com cegueira no mundo. Uma criança cega tem muitos anos de cegueira pela frente, assim, o número de “anos-cegueira” devido à cegueira infantil só perde para os “anos-cegueira” causados pela catarata em adultos.

Importante lembrar que os “anos-cegueira” causados pela catarata em adultos ocorre geralmente na terceira idade, enquanto os “anos-cegueira” causados pela cegueira infantil afeta todos os anos produtivos da pessoa. No Brasil, estima-se que existam entre 25 000 a 30 000 crianças cegas, aproximadamente 150 a 180 crianças cegas para cada milhão de habitantes, e 600 a 720 crianças com visão subnormal para cada milhão de habitantes.

Com o intuito de serem diminuídas estas cifras, foi criada nos municípios do Rio de Janeiro e São Paulo, uma lei que exige a realização do “Teste do Reflexo Vermelho” em todos os recém-nascidos, antes da sua alta. Este teste passou a ser conhecido como “Teste do Olhinho”. Atualmente, um projeto de lei sobre o “Teste do Olhinho” está sendo elaborado no Município de Florianópolis, SC a fim de também tornar lei a realização deste teste nesta localidade. Teste do Olhinho Método: Este teste baseia-se na percepção do reflexo vermelho que aparece ao ser incidido um feixe de luz sob a superfície retiniana. Para que este reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja livre, isto é, sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pelo orifício pupilar.


Trata-se de um exame muito simples, rápido e indolor. O único equipamento necessário é um oftalmoscópio direto. A sala do exame deve ser escurecida, e um auxiliar deve segurar com delicadeza a cabeça do bebê. O oftalmoscópio deve ser posicionado a uma distância de aproximadamente 30 cm de cada olho do bebê, e o reflexo vermelho deve ser visto facilmente, homogêneo e simétrico em ambos os olhos. O teste pode ser realizado em menos de 5 minutos e pode ser feito por qualquer pediatra treinado. Quando o pediatra conseguir identificar o reflexo vermelho de ambos os olhos, o resultado é “normal”, mas se tiver dificuldade, o bebê deve ser encaminhado ao oftalmologista com urgência. Doenças detectáveis: O “TESTE DO OLHINHO” pode detectar qualquer patologia que cause obstrução no eixo visual como catarata, glaucoma congênito e qualquer outra patologia ocular que cause opacidade de meios, como opacidades congênitas de córnea, tumores intra-oculares grandes, inflamações intra-oculares importantes ou hemorragias intra-vítreas. A catarata congênita ocorre em 0.4% dos nascidos vivos e é uma importante causa de cegueira infantil, especialmente nos países “em desenvolvimento”, devido à alta incidência de infecções congênitas, como a rubéola. Nos países do “primeiro mundo”, a maior causa de catarata congênita é genética, geralmente herdada de forma autossômica dominante. Pode ser uni ou bilateral. Ao incidirmos a luz do oftalmoscópio direto sobre as pupilas de um bebê com catarata congênita, o reflexo vermelho não será visto de maneira clara ou uniforme. (Figura 1) O glaucoma congênito é na maioria das vezes herdado de forma autossômica recessiva e ocorre em aproximadamente 1 para cada 10:000 nascidos vivos. É geralmente bilateral e assimétrico. O aumento de pressão intra-ocular provoca rupturas no endotélio corneano, levando a edema de córnea. O edema de córnea impede a entrada normal de luz para dentro do olho, o que poderá ser visto ao ser realizado o teste do reflexo vermelho (Teste do Olhinho).

Quanto aos tumores malignos intra-oculares, o retinoblastoma é o mais freqüente na infância. Existem dois tipos de retinoblastoma: os resultantes de uma mutação somática, onde um fotorreceptor da retina sofreu uma mutação e desenvolveu o tumor, e outra, resultante de uma mutação germinativa (universal), onde todas as células do indivíduo carregam a mutação responsável pelo tumor. O retinoblastoma resultante de uma mutação somática é esporádico, sempre unilateral e raramente congênito. O retinoblastoma decorrente de uma mutação germinativa é transmitido de forma autossômica dominante, é bilateral em 30% dos casos e pode ser congênito. A incidência, em torno de 1 para cada 15 000 nascidos vivos, varia conforme o nível de desenvolvimento da região, sendo maior nos “países do primeiro mundo”, devido ao aumento da sobrevida dos bebês com retinoblastoma que podem transmitir os genes para seus descendentes. No Brasil, 60% dos retinoblastomas são diagnosticados tardiamente, quando já não é possível salvar o olho, e às vezes nem a vida da criança. A presença de uma massa intra-ocular pode interferir com o reflexo luminoso que vem da retina, e pode ser detectada pelo “Teste do Olhinho”. Entretanto, é importante salientar que este teste é um “screening” para todo bebê normal e não detecta a retinopatia da prematuridade. Caso o bebê seja prematuro (com menos de 32 semanas de gestação ou com peso de nascimento inferior a 1500g), o oftalmologista deve ser chamado para realizar exame de mapeamento de retina entre a quarta e a sexta semana de vida extra-uterina do prematuro.




Fonte:www.sbop.com.br

Aprenda como clarear a virilha

Uma paparoca preparada com fubá e aveia é uma excelente solução caseira para clarear a virilha e as axilas. Basta colocar num recipiente duas colheres de:

Fubá,
Aveia,
Leite em pó e
Soro fisiológico.
Misture bem os ingredientes até formar um creme. Espalhe na região desejada e esfregue com movimentos circulares por alguns minutos. A seguir é só enxaguar com água fria.

Repita o procedimento até que chegue à tonalidade de sua pele.

O uso de roupas que não sejam de algodão favorece o escurecimento destas áreas. Assim como a falta de hidratação. Após o banho passe sempre um bom hidratante em todo o corpo e use desodorante sem álcool.


Atenção essa receita não foi dermatologicamente testada, por isso procure sempre auxílio médico.



Como tratar urticária

O tratamento para urticária consiste no uso de medicamentos anti-histamínicos ou corticosteróides. Passar uma pomada antialérgica no local, com prescrição médica, é também uma maneira eficaz de tratar a alergia.

Alguns médicos podem indicar ainda o uso de medicamentos antiinflamatórios para combater a irritação. Mas não devem ser indicados para pacientes com problemas renais e hipertensos.

A prevenção é a melhor arma para evitar uma crise de urticária. Para tal, o paciente deve fazer um esforço e descobrir o que pode ter desencadeado a reação alérgica e evitar entrar em contato com a substância. Algumas das causas mais comuns de urticária são a alimentação, sol, água, frio e produtos químicos irritantes.

Para quem não souber o que deu início à urticária, uma boa dica é ir ao alergologista e fazer um teste de alergia. Para verificar quais são as substâncias que se tem alergia a fim de evitar o contato com elas.


A medicação adequada irá atuar de forma que as bolinhas sumam e a coceira vá diminuindo até desaparecer completamente fazendo com que o indivíduo possa trabalhar e conviver socialmente com o mínimo de incoveniências.

Pesquisa indica que celular pode causar câncer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o uso do celular pode causar câncer no cérebro. Isso porque o cérebro, quando submetido às ondas eletromagnéticas emitidas pelo aparelho, frequentemente podem sofrer mutações, dando origem ao câncer, especialmente na região temporal, próxima ao ouvido.

Para evitar a doença, os pesquisadores recomendam o uso de auriculares ou o sistema de viva voz do próprio celular quando estiver falando com alguém. Também é bom evitar manter o aparelho muito próximo do corpo, como nos bolsos.

Segundo a pesquisa, um indivíduo que passa cerca de 30 minutos falando ao celular diariamente, num período de 10 anos pode ter 40% a mais de chances de desenvolver o câncer cerebral.

Algumas pesquisas alertam também para que os indivíduos não durmam muito próximo do aparelho, deixando uma distância de pelo menos meio metro.

Este é ainda um assunto polêmico, visto que as pesquisas cientifícas foram consideradas inconclusivas por alguns, por falta de provas concretas, embora fique o alerta da OMS.


terça-feira, 31 de maio de 2011

Cortes para Cabelos cacheados

Os cabelos cacheados precisam de cuidados específicos e de um bom corte para ficarem lindos. Engana-se quem pensa que os cabelos com cachos não podem ter cortes diferentes e seguindo as tendências da moda. O segredo está em escolher cortes para cabelos cacheados que respeitem o formato do rosto e principalmente, o caimento dos cabelos.


Os cortes para cabelos cacheados nunca devem ser retos e sim com repicados modernos, estilo degradê ou desconectados. Estes tipos de cortes ajudam a manter os fios bem distribuídos e com um ótimo balanço. Se optar por um corte com franja, corte-a na altura do queixo e use a dupla secador e chapinha para ajeitá-la.
Para cabelos finos e volumosos, a solução é adotar cortes que distribuam o volume por toda cabeça, repicando sempre as laterais. Já para cabelos cacheados de fios grossos, o melhor corte é do tipo inteiro repicado com fios desiguais, eles dão mais movimento e leveza.

Mulheres mais discretas e que possuem cabelos compridos, devem escolher cortes em repicados até as pontas para não deixar os fios com a aparência pesada. Mulheres que não tem medo de ousar, podem optar por cortes de cabelos cacheados curtos. Com os cachos bem repicados e desfiados, os cabelos ficam com um ar mais moderno e diferenciado. Aposte também nas mechas que combinem com o seu tipo de pele e iluminem o seu rosto.

Algumas dicas para cabelos cacheados bonitos são utilizar sempre cremes leave-in para deixar os cachos mais definidos e para evitar o frizz, a dica é pentear os fios sempre com pentes de madeira e que tenham dentes largos. Penteie os fios enquanto estiverem molhados, evitar pentear os fios quando secos para não desmanchar os cachos. O uso de mousse e spray fixador garantem que eles fiquem intactos e em destaque por muito mais tempo.



Fonte: dicas de mulher

Trombose, trombo formado pela coagulação

Quando sofremos um corte, o sangue escorre um pouco e pára, porque o corpo humano é dotado de um sistema de coagulação altamente eficaz. As plaquetas, por exemplo, convergem para o local do ferimento e formam um trombo para bloquear o sangramento. Decorrido algum tempo, esse trombo se dissolve, o vaso é recanalizado e a circulação volta ao normal.
 
Há pessoas que apresentam distúrbios de hemostasia e formam trombos (coágulos) num lugar onde não houve sangramento. Em geral, eles se formam nos membros inferiores. Como sua estrutura é sólida e amolecida, um fragmento pode desprender-se e seguir o trajeto da circulação venosa que retorna aos pulmões para o sangue ser oxigenado. Nos pulmões, conforme o tamanho do trombo, pode ocorrer um entupimento – a embolia pulmonar – uma complicação grave que pode causar morte súbita.


Sintomas

A trombose pode ser completamente assintomática ou apresentar sintomas como dor, inchaço e aumento da temperatura nas pernas, coloração vermelho-escura ou arroxeada, endurecimento da pele.

Causas

* Imobilidade provocada por prolongadas internações hospitalares;
* Síndrome da classe econômica: dificuldade de movimentação durante viagens longas em aviões e ônibus;
* Terapia de reposição hormonal;
* Uso de anticoncepcionais;
* Varizes;
* Cirurgias;
* Cigarro.

Fatores de risco

Alguns fatores como predisposição genética, idade mais avançada, colesterol elevado, cirurgias e hospitalizações prolongadas, obesidade, uso de anticoncepcionais, consumo de álcool, fumo, falta de movimentação, aumentam o risco de desenvolver trombose.

Tratamento

Existem medicamentos para reduzir a viscosidade do sangue e dissolver o coágulo (anticoagulantes) que ajudam a diminuir o risco, a evitar a ocorrência de novos episódios e o aparecimento de seqüelas, mas que só devem ser usados mediante prescrição médica depois de criteriosa avaliação.
Massageadores pneumáticos intermitentes também podem ser usados nesses casos.

Recomendações

* Procure um médico para saber se você pertence ao grupo de risco, porque existem medidas preventivas que podem e devem ser adotadas;
* Pare de fumar. Os componentes do cigarro lesam veias e artérias;
* Beba álcool com parcimônia e moderação;
* Movimente-se. As conseqüências da síndrome da classe econômica podem ser atenuadas se você ficar em pé ou der pequenas caminhadas. Vestir meias elásticas ou massagear a panturrilha pressionando-a de baixo para cima ajuda muito;
* Ande sempre que possível, se você é obrigado a trabalhar muitas horas sentado. Levante-se para tomar água ou café, olhar a rua, ir ao banheiro;
* Use meias elásticas especialmente se você tem varizes;
* Não se automedique. Procure assistência médica imediatamente se apresentar algum sintoma que possa sugerir a formação de um trombo.


Fonte: Drauzio Varella .com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Gonorréia, doença sexualmente transmissível

Gonorreia, também chamada de blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, é uma doença infectocontagiosa sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrheae, que infecta especialmente a uretra, canal que liga a bexiga ao meio externo.
Eventualmente, essa bactéria se dissemina pela corrente sangüínea, agride as grandes articulações ou causa feridas na pele. Ela pode também ser transmitida para a criança pela mãe no momento do parto. A prática de sexo oral e de sexo anal pode levá-la para a região anal e da orofaringe, resultando em obstrução do canal anal e alterações da voz.


SintomasA partir do momento em que penetra no canal da uretra, a bactéria da gonorreia provoca inflamação local, infecção, dor ou ardor ao urinar e saída de secreção purulenta através da uretra.
Nos homens, em geral, a doença provoca sintomas mais aparentes (secreção purulenta, ardor, eritema), mas, nas mulheres, pode ser assintomática.

Diagnóstico
O período de incubação que vai desde a relação desprotegida, sem preservativo, até as primeiras manifestações da doença, é curto; às vezes de 24 horas. Por isso, uma das maneiras de fazer o diagnóstico clínico da doença é perguntar quanto tempo depois da relação sexual apareceu a lesão e se a secreção lembra pus e está manchando as roupas íntimas.
O histórico do paciente acompanhado do exame clínico pode definir o diagnóstico de gonorréia e a comprovação é feita através de exames laboratoriais específicos. Normalmente, não se colhe o pus que é eliminado, porque já sofreu a ação de enzimas e nem sempre contém bactérias. Despreza-se esse primeiro pus e colhe-se o material diretamente da uretra. É um exame rápido - em 15 minutos, está pronto o resultado - barato e indolor, mas importantíssimo para definir o agente etiológico da doença.

TratamentoA penicilina benzatina usada no passado já não mata mais a Neisseria gonorrheae, porque a automedicação foi selecionando cepas cada vez mais resistentes. Por isso, atualmente, utilizamos a azitromicina e uma série de outros antibióticos, mas damos preferência às medicações ministradas em doses únicas assistidas, ou seja, o paciente toma o remédio na frente do médico.
O tratamento da gonorréia é simples, barato e está disponível gratuitamente na maioria dos postos de saúde.
Não tratada, a gonorréia pode atingir vários órgãos. Nos homens, a infecção alcança o testículo e o epidídimo e pode causar infertilidade. Nas mulheres, chega ao útero, às trompas e aos ovários e provoca um processo inflamatório que, além da infertilidade, é responsável por uma complicação grave, às vezes, fatal, chamada doença inflamatória da pélvis.

Recomendações* Use preservativos nas relações sexuais. Essa é a única forma de evitar o contágio com a bactéria da gonorreia; * Procure assistência médica ao primeiro sinal de corrimento ou secreção purulenta, coceira ou ardor ao urinar; * Siga rigorosamente a prescrição médica para ter certeza de que a bactéria foi eliminada por completo